The Most Haunted Places in Rio de Janeiro

 Daí tem a parte também sobrenatural de ver o carro, carro desaparecer. E ele disse que toda a vez que ele saía e era um dia X lá do mês ali, o Pala Preta aparecia e piscava luz para ele. Eita mano. Ya. E depois perseguia e tudo. Só que aquela coisa, não é? Se era alguém a assustá-lo, só que acaba por se tornar uma lenda e ele jura que uma vez o carro o seguiu até um lugaronde não tinha para onde ele sair e desapareceu o carro.

 A frenética perseguição terminou [música] em tragédia dentro do túnel, quando ao forçar uma ultrapassagem, o bandido do Opala bateu violentamente contra um Carocha bege, onde viajava uma família inteira. Ninguém sobreviveu e foi assim que surgiu a lenda do Opala Preto. Desde então, inúmeros condutores exavisados ​​que travegavam pelo túnel Rebolsas começaram a relatar um estranho incidente.

 Um veículo preto [música] como Breu surge subitamente no retrovisor. O carro acelera furiosamente e inicia uma perseguição que [música] geralmente acaba em acidente, alguns deles fatais. O inexplicável é que depois de atingir o alvo, o Opala SS simplesmente desaparece na penumbra. Quando questionados sobre quem dirigia o possante amaldiçoado, todos afirmam: “Ninguém”.

 Era como se mãos invisíveis o guiassem. [música] Para eles, o Opala Preto tinha vida própria. O mais intrigante é que o avistamento do veículo fantasma começou a ser recordado em diversas cidades do Brasil, como afirma esta reportagem de 2008, narrada [música] pelo saudoso Gugu, no programa Domingo Legal, corre a lenda sobre um misterioso Opala Preto que surge sempre à noite aterrorizando as pessoas.

Existem várias versões, como a das aparições dentro [música] de um túnel no Rio de Janeiro, onde ataca outros automóveis, ou na periferia de São Paulo, onde o Opala sequestra e desaparece com as pessoas. É bastante bastante aterrorizante a história mesmo. Dá muito medo e eu acredito que sim. A, eu acredito na lenda urbana, não é, do Opala Preto. Já vi muitos comentários.

Pois, nunca me aconteceu, mas eu já ouvi muito, muitos amigos, colegas, não é, pessoas eh de cidades mais distantes comentarem bastante e acabamos por acaba por ser até convincente, não é, pela credibilidade que que estas pessoas passam, não é? É muito aterrador, viu? Todo o mundo que vê o carro preto a passar pela rua, sai a correr, porque realmente é esta lenda assusta muito.

 As crianças também têm muito medo, sabe? E olha ela, ela este carro aparece e desaparece do nada assim com um sabe um piscar de olho. É uma magia muito forte mesmo que exista [música] nesse carro, sabe? Embora os mais céticos afirmem tratar-se apenas de uma lenda urbana, [música] quem conhece a história garante que desde a fatídica perseguição policial no túnel das Rebolsas, ainda [música] hoje o espírito de Carlão da Baixada segue aprisionado aos acontecimentos de 74, [música] conduzindo o seu diabólico Opala em busca de vingança. Há quem diga que ao

transitar pelo túnel, uma oração pode evitar que o sombrio automóvel se materialize. [música] Mais os que ignoram o aviso relatam acidentes inexplicáveis, [música] travagens bruscas e colisões estranhas. E para quem atravessa o túnel assombrado de madrugada, fica a dica. Se ouvir o rompo barulhento de um Opala SS preto se aproximando, já é tarde demais.

Ligue o pisca alerta e reze com toda a força. Quem sabe se o veículo das trevas e o próprio Carlão da Baixada desapareçam nas sombras do Temível Rebolsas. Forte de Santa Cruz. À entrada da Baia de Guanabara, de frente para o mar revolto de Niterói, ergue-se o forte de Santa Cruz da Barra, uma construção imponente, rodeada por canhões, muralhas e séculos de história.

De longe, parece apenas uma relíquia militar, a guardiã silenciosa daquelas águas. Mas ao pôr do sol, quando as sombras envolvem a fortaleza, algo mais se revela. Vozes de prisioneiros. Lamentos de amores impossíveis e ecos de correntes que nunca se calaram. É uma das construções mais antigas e impressionantes do Brasil.

 E o que aconteceu [música] ali parece coisa de filme. As suas muralhas de pedra cortada à mão já enfrentaram canhões neerlandeses, prisioneiros políticos [música] e até fantasmas. Sim, dizem que as celas subterrâneas da cova da onça ainda guardam ecos dos gritos da época imperial. Erguida no século X, a fortaleza foi palco de guerras, prisões e execuções.

Piratas, inimigos da coroa foram ali mantidos em escuridão total durante [música] meses, às vezes anos. A maioria nunca mais viu a luz do dia. Muitos morreram à espera de julgamento e os seus corpos eram lançados ao mar, nas encostas do pátio de execuções. Desde então, guardas e visitantes afirmam ouvir barulhos de correntes arrastadas, gemidos longos e murmúos em línguas antigas.

Um militar que ali serviu nos anos 60 relatou certa vez ter ouvido uma voz sussurrar em francês [música] atrás da porta da masmorra. Mero acaso, talvez. Mas a mais antiga lenda do forte fala [música] precisamente de um corsário francês aprisionado há mais de dois séculos, cuja alma ainda procura escapar das grades enferrujadas.

Dizem que nas madrugadas de maré cheia é possível ouvir os seus gritos misturando-se ao som das ondas a bater nas rochas. Mas o forte de Santa Cruz guarda também uma história de amor e tragédia. No início do século XX, a filha de um capitão apaixonou-se por um soldado raso. O amor proibido pelo seu pai foi descoberto e o rapaz acabou por ficar preso dentro da fortaleza.

Desesperada, a jovem subiu até ao penhasco e lançou-se ao mar. Dizem [música] que nas noites de lua cheia é possível ver uma silhueta feminina caminhando sobre os rochedos. Envolta [música] tem um vestido branco que brilha sob a luz da lua. Diz a lenda que o espírito da rapariga foi emparedado na antiga capela de Santa Bárbara, [música] construída no início do século X7 e ainda preservada no interior da fortaleza.

 O [música] local alberga uma imagem da santa esculpida em madeira, envolta em outra lenda. Cada vez que tentaram retirar a imagem dali, o mar se revoltou, impedindo qualquer embarcação de sair da Baía. coincidência ou um aviso divino para que nada fosse retirado daquele solo sagrado e amaldiçoado. Hoje o forte de Santa Cruz está aberto à visitação, mas muitos guias afirmam que certas áreas devem ser evitadas, não por medo, mas por respeito às almas que ainda sofrem a sua eterna sentença.

 Os mais atentos [música] juram que sob o silêncio das pedras ainda se ouvem passos invisíveis, gemidos e preces esquecidas. Arco do Teles. Entre os becos estreitos do centro histórico do Rio de Janeiro, ergue-se o arco do Teles. Construído em 1743 como parte da antiga mansão da família Teles de Menezes.

 O local parece comum à primeira vista, mas quem conhece as histórias que coam por ali sabe que sob aquelas [música] arcadas antigas, algo sinistro recusa-se a abandonar o local. É ali que nasce uma das lendas mais sombrias da cidade, a história de Bárbara dos [música] Prazeres, a mulher que o povo apelidou de A bruxa do arco do Teles.

 Em 1790, Bárbara Vicente de Orpia, uma jovem portuguesa de apenas 20 [música] anos, desembarcava no Rio de Janeiro, então capital do vice-reino, acompanhada [música] do seu marido, António de Urpia, um fidalgo muito respeitado na Europa. O motivo [música] da sua vinda ao Brasil permanece envolta em mistério.

 Uns dizem que ela fugia de Portugal [música] após ter sido acusada de envenenar a própria irmã. Outros afirmam que ela mantinha [música] um romance proibido com um nobre influente e que para abafar o escândalo, ambos [a música] teriam sido enviados para o novo mundo. Por ordem da monarquia portuguesa. No Rio, a [música] presença de Bárbara não passou despercebida.

 A sua beleza rara e quase hipnótica logo chamou a atenção da alta sociedade. O casal era bem relacionado [música] e frequentava os salões mais elegantes da cidade, mantendo laços de proximidade [música] com o próprio vice-rei, o ponde de Rezende. Mas foi longe dos lustres e dos bailes que a história de Bárbara tomou um rumo sombrio.

 Conta-se que ela apaixonou-se perdidamente por um homem negro liberto, músico de serenatas e que, movida por um amor proibido, teria assassinado [música] o marido enquanto ele dormia. Um crime que, embora nunca provado, manchou para sempre o seu nome. As autoridades, pressionadas pelo tribunal, [música] preferiram culpar um cigano rapidamente condenado.

 Mas a cidade [música] inteira sussurrava outro nome, o da Bárbara. Tem a história da Bárbara Urpia, que é a bruxa, esta é completa, bruxa vampira do arco do Teles. Era uma rapariga muito bonita que veio de Portugal com o marido, chegou aqui no finalzinho do século XVII, ela é muito bonita e a e a sociedade [música] carioca, principalmente os rapazes, ficam tudo de olho nela, não é? a desconfiança que ela tinha vindo para o Brasil, ou porque ela tinha morto uma irmã envenenada, ou porque tinha metido um galho ao marido com alguém da

corte portuguesa. Então os gajo, só que ela começa a relacionar com um homem negro, um negro forro, ex-escravizado. E aí é um pecado mortal para ela. Naquela época são expulsos do de todas as rodinhas que eles [música] frequentavam. Viúva e livre, passou a viver com um novo amante numa zona marginal do rio, afastada dos salões, mas ainda rodeada de rumores e de olhares [música] desejosos vindos da elite.

 Dizem que os ciúmes e as intrigas acabaram por consumir o casal e que num acesso de fúria, Bárbara terá repetido o crime, livrando-se do seu amante. E foi nesse ponto que a sua figura deixou de ser apenas controversa para se tornar temida. Com o passar dos anos, a sorte da Bárbara começou a mudar. A chegada da corte portuguesa ao Rio em 1808 trouxe novo brilho à cidade, mas para ela significou o princípio do fim.

 E aí ela começa a prostituir-se. Tem vários [música] períodos dela de decadência física, quando ela muito bonita começa, quando ela [música] começa a prostituir, ela ganha um novo apelido que chama Bárbara, que é Bárbara dos Prazeres. Bárbara dos Prazeres, porque era devota de Nossa Senhora dos Prazeres, não é por causa da atividade de prostituição.

E depois ela ela acaba por envelhecer já com muita doença venéria. [música] Doente e esquecida, começou a sofrer com enfermidades que transformaram completamente a sua aparência. A outrora bela dama dos salões, era agora descrita como uma mulher [música] de cabelos despenteados, pele marcada e olhar sombrio.

 Já em desgraça, ela mudou-se para uma velha casa no Arco do Teles, lugar onde a sua história se fundiria de vez à lenda. Foi a partir deste período que os rumores começaram a espalhar-se. Contava-se que Bárbara, tomada pelo desespero de recuperar a juventude perdida, procurava ajuda em práticas obscuras e rituais de feitiçaria. Outros juravam que ela frequentava curandeiros e magos em segredo, na esperança de encontrar uma fórmula capaz de travar o tempo.

Acha, dizem, acha um curandeiro, um feiticeiro que fala: “O seguinte, muito fácil você recuperar a sua juventude. Basta que beba sangue de inocentes.” Em breve, o medo tomou conta do povo. Jovens humildes começaram a desaparecer misteriosamente nas redondezas. E todos passaram [música] a apontar na mesma direção. A Bárbara seria a responsável.

Assim nasceu a lenda [música] da temida bruxa do arco do Teles, figura que unia beleza, tragédia e maldição. Por volta de 1830, [música] as terríveis histórias de a bruxaria e a magia negra circulavam por toda a cidade. [música] A Bárbara não era apenas odiada, mas temida por todos, quando apareceu um corpo de mulher boiando nas águas da baía de Guanabara, próximo do antigo mercado de peixe.

 O rosto estava irreconhecível, mas ninguém teve dúvidas. Aquela era a própria Bárbara dos Prazeres. Curiosamente, a partir desse dia, os desaparecimentos cessaram. Porquê, qual era a grande dúvida? se ela tinha, se era ela que tinha morrido ou se ela beber sangue de inocentes está viva até hoje. Ah, sim, pode ser.

 Assim, pode ser as duas possibilidades, se é o espírito da bruxa vampira ou se ela sobreviveu até aos dias de hoje. Ainda que seja impossível distinguir por completo o que é a história e o que é lenda, a presença de Bárbara dos Prazeres parece resistir ao tempo. Desde 1830, a quem jure ouvir nas madrugadas do arco do Telesadas femininas que surgem do nada, seguidas de passos ligeiros e sussurros que se perdem na escuridão.

Dizem que é ela, a mulher que desafiou a morte, condenada a vaguear eternamente pelo labirinto de ruelas e arcadas onde um dia viveu. [música] E há quem acredite que o arco é apenas a porta de entrada de algo maior, uma teia invisível que liga outras histórias sombrias espalhadas pelo Rio de Janeiro. Porque sob o esplendor da cidade maravilhosa, ainda pulsam memórias de dor, feitiços e encantamentos esquecidos.

E acredita nas lendas? Conhece algum lugar mais assombrado no Rio de Janeiro? Estamos ansiosos para ouvir a sua opinião. E se gostou deste vídeo, deixe o seu like, o seu hype e não se esqueça de se subscrever no canal mais sobrenatural do Brasil. Esperamos vê-los em breve. Até lá. [música] Ah.

 

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