‘URGENTE M0RR3U AGORA’ APRESENTADOR LUCIANO HUCK TEM PERDA DOLOROSA
Olá, pessoal. Sejam bem-vindos a mais um vídeo aqui do nosso canal. Nesse vídeo iremos falar a respeito de algumas notícias do mundo dos famosos. Assim, já peço para deixares a tua curtida, se subscrever o canal, ativar o sininho para não perder os próximos vídeos. Vamos falar principalmente sobre o que aconteceu envolvendo o querido apresentador Luciano Hul.
Infelizmente confirmada esta triste notícia agora a pouco, ok, pessoal? deixou muita gente ali abalada com esta trágica notícia. Assim, é importante que assista até o final, ok? Mas nós também vamos falar sobre outros assuntos, como por exemplo, o cantor Netinho, não é? A médica viu o resultado dos exames do Netinho e cantor foi levado de urgência paraa UTI e os detalhes vieram ao de cima.
Ele tem causado preocupação nos seus fãs, causa um comunicado realizado nas redes sociais, ok pessoal? E também vamos falar a respeito aí da Patrícia Bravel que recordou uma fase difícil com a mãe e desabafou sobre a religião. Eu achava um saco. Patrícia Bravel recordou resistência à fé e revela como Sílvio Santos reagiu.
E por último, que aconteceu com o querido apresentador Luciano Hul. Deixa like, subscreve no canal e ative o sino. E vamos lá primeira notícia. O cantor Netinho voltou a ser internado para dar continuidade ao seu tratamento contra o cancro. Em publicação nas redes sociais, o artista informou que está na UCI do Hospital Aliança Star em Salvador, onde recebe acompanhamento médico antes do início de uma nova etapa terapêutica.
Segundo o cantor, o internamento ocorreu após a sua médica identificar alterações em exames recentes. Ele contou que estava em casa a preparar-se para iniciar o tratamento quando recebeu uma chamada da especialista, aconselhando que fosse imediatamente ao hospital para uma avaliação mais detalhada. Netinho explicou que o novo protocolo previsto para este ano será realizado de forma laboratorial, permitindo-lhe permanecer em casa nos períodos entre as aplicações.
Apesar da necessidade de internamento, o artista demonstrou confiança na equipa médica e afirmou estar otimista com a evolução do tratamento. Ele destacou que a a permanência na UT na UCI tem um caráter preventivo e faz parte dos cuidados. A seguir deixo aqui um excerto do vídeo dele a falar e já volto com a nossa próxima notícia sobre a luta da Patrícia Bravel com a mãe.
Minha gente, eu sou o Netinho. Hoje é dia 7 de junho de 2026. Estive alguns dias em casa me preparando-se para o início do meu tratamento de química que começará depois de amanhã. E ontem à noite a minha médica ligou-me dizendo que encontrou algumas intercorrências. nos meus últimos exames que vim fazendo e disse-me: “Netinho, assim que puder vir para o Hospital Aliança de Salvador.
” Então, hoje cheguei aqui de madrugada, o dia é fechado ainda, escuro, sem nascer o sol. Estou a gravar este vídeo agora para postar para vocês e vou dizer: “Está tudo bem comigo, sem dor, sem queixa qualquer, sem febre. E Deus está aqui ao meu lado, tá? Então aqui, ó, vamos que vamos. Bom dia, minha gente. Bom dia. Eu sou o Netinho.
Hoje é dia 9 de maio de 2026, pelo que notícia dá a todos. Precisei de voltar ao Hospital Aliança Estar daqui de Salvador. Esta semana tive um acúmulo de xixi nos rins. Foi detectado no exame uma obstrução no rim esquerdo. Foi feita a desobstrução. O meu rim está livre. No entanto foi detectado que o meu linfoma voltou e farei uma biópsia amanhã, provavelmente para ser detectado que tipo de tratamento vou fazer agora.
Não vai ser como do ano passado. Não vou ficar tanto tempo aqui. Não sei se farei químio a biópsia vai dizer qual é o tipo de tratamento que farei e farei. E como no ano passado, um dia postarei, um vida por dia aqui cedo no Hospital Aliança a falar as minhas atividades aqui com toda a positividade, alegria, mostrando a todos como é que a as pessoas conseguem, o ser humano consegue vencer as dificuldades com positividade na mente, alegria, cabeça erguida.
Tá certo? Vamos que vamos. Acompanha-me aqui. Um abraço para todos. Bom dia. Vamos embora. Afinal, o que é que aconteceu ao Netinho? Ele quase morreu. O cantor Netinho descobre que o seu cancro regressou em menos de um ano de terse curado [música] e cai em lágrimas. [aplausos] Netinho fez muito sucesso nos carnavais dos anos 90 e 2000 com a sua música Mila Arrastando multidões.
[música] Mas a vida do cantor foi marcada por diversos problemas de saúde que teve durante a [música] vida. Em 2013, o cantor esteve 4 meses internado após descobrir uma hemorragia no seu [música] fígado. Netinho ficou irreconhecível, muito magro, pesando 50 kg e passando por diversas cirurgias. Já fiz três cirurgias ao cérebro, tenho quatro stentes, uma válvula cerebral.
Passados mais de 10 anos, o cantor foi diagnosticado com um linfoma, um tipo de cancro que afeta os [música] vasos linfáticos. Ele descobriu após sentir fraqueza e dificuldades em andar e fazer movimentos simples. Um ano após netinho anunciar [música] que estava curado do linfoma, veio a bomba. O cantor foi ao médico e recebeu a triste notícia [música] que o cancro voltou e vai precisar de passar por todo o tratamento novamente.
Você gosta do cantor? Vamos à próxima notícia. Não esqueça de deixar o like, se subscrever o canal e ativar o sininho. O apresentador do domingão, Luciano, O Luciano Hul, não é, aproveitou o espaço no Domingão com Hul da Globo para falar sobre um tema que se repercutiu em todo o Brasil. De luto, o apresentador condenou o ataque ocorrido na creche Cantinho Bom Pastor em Blumenau.
Um homem invadiu a creche na ocasião e tirou a vida a quatro crianças. E na sequência ele se entregou à polícia. Outras quatro crianças foram internadas e já receberam alta. Pais, familiares, professores e a comunidade como um todo, ficou abalada com este ataque cobarde naquela época. Durante o domingo, Luciano desabafou e falou sobre o ataque.
Aconteceu uma vez um ataque cobarde, desprezível, deixou quatro crianças mortas em Blumenau, declarou o apresentador da TV Globo na ocasião. Não posso encerrar o programa de hoje e não falar sobre o que aconteceu esta semana no Rio de Janeiro. 120 mortos numa operação policial no complexo do Alemão e da Penha. Por detrás deste número estão 120 mães que enterraram os seus filhos.
E acha que foi isso que elas sonharam quando estas crianças eram pequenas e corriam ali pelas ruelas do alemão ou da Penha? Claro que não. É preciso combater o narcotráfico com toda a força. É preciso coordenar ações entre todos os níveis de poder, municipal, estadual e federal. É preciso sufocar a parte financeira das organizações criminosas, das milícias, do tráfico e por aí fora.
É preciso valorizar a polícia e o polícia, mas é preciso mais do que isso. É preciso gerar oportunidade, dar perspetiva a quem nasce nestes recortes da cidade do Rio de Janeiro, oferecer boas referências, abrir caminhos, mostrar que existem outros futuros possíveis, porque enquanto quando o estado se ausenta, outro poder ocupa esse lugar.
E é precisamente isso que precisa de mudar. a gente precisa de reconstruir o sentido de pertença, fazer com que as crianças se dão parte de algo maior, de um Rio de Janeiro maior, de um Brasil maior, onde o crime não esteja no horizonte. Vale lembrar que a enorme maioria da população carioca vive nestes cantos da cidade e é também refém dessa violência.
Não compactuam, não pertencem. A a violência urbana é o maior, a maior dor do Brasil, sem a menor dúvida atualmente. E quem lucra verdadeiramente com a criminidade, com a criminalidade, não está no complexo alemão e nem na Penha. Aqueles fuzis, aqueles drones, aqueles armas de guerra não foram aí fabricados e não chegaram ali sozinhos.
Meus filhos disseram-me esta semana num jantar que a gente estava sentada, mas pai, é impossível resolver isto, não é? Eu discordei e mostrei-lhes que é possível sim em muitos locais do mundo, com realidades muito semelhantes, isto já aconteceu. A Colômbia aqui ao lado, Medelim deixou de ser ter o título da cidade mais violenta do mundo nos anos 90.
Década de 80, Nova Iorque tinha este mesmo título. Hoje é uma das cidades mais seguras do mundo e mais visitadas do planeta. Assim encerro dizendo olho no olho com as famílias dos polícias mortos. Nunca escondi a minha posição pública de apoio à boa polícia, aquela formada por profissionais bem formados, respeitados pela corporação e pela população.
Eu acredito na polícia pelos seus melhores exemplos e não pelas suas exceções. Os quatro polícias mortos em combate saíram de casa para trabalhar e não voltaram. Esta é também uma parte devastadora dessa história. Espero que no futuro não precisamos mais falar sobre isso desta forma. Nós, brasileiros queremos paz e segurança.
120 mortos numa operação policial no complexo do Alemão e da Penha. Por trás deste número tem 120 mães que enterraram os seus filhos. E acha que foi isso que elas sonharam quando estas crianças eram pequenas e corriam ali pelas ruelas do alemão? o da Penha, claro que não. É preciso combater o narcotráfico com força total.
É necessário coordenar ações entre todos os níveis de poder, municipal, estadual e federal. É preciso sufocar a parte financeira das organizações criminosas, das milícias, do tráfico e por aí fora. É preciso valorizar a polícia e o polícia, mas é preciso mais do que isso. É preciso gerar oportunidade, dar perspetiva a quem nasce nestes recortes da cidade do Rio de Janeiro, oferecer boas referências, abrir caminhos, mostrar que existem outros futuros possíveis, porque enquanto quando o estado se ausenta, outro poder ocupa esse lugar.
E é precisamente isso que precisa de mudar. A gente precisa de reconstruir o sentido de pertença, fazer com que as crianças seam parte de algo maior, de um Rio de Janeiro maior, de um Brasil maior, onde o crime não esteja no horizonte. Vale lembrar que a enorme maioria da população carioca vive nestes cantos da cidade e é também refém dessa violência.
Não compactuam, não pertencem. A a violência urbana é o maior, a maior dor do Brasil, sem a menor dúvida atualmente. E quem lucra verdadeiramente com a criminade, com a criminalidade, não está no complexo do alemão e nem na Penha. Aqueles fuzis, aqueles drones, aqueles armas de guerra não foram aí fabricados e não chegaram ali sozinhos.
Eu acredito na polícia pelos seus melhores exemplos. Então, e agora vamos à última notícia. Não esqueça de deixar o like, se subscrever o canal e ativar o sininho. Durante a participação no podcast O Pod é nosso, apresentado por Carlos Alberto de Nóbrega e Renata Dominguez, Patrícia Bravel fez uma sincera revelação que voltou a ter repercussão nas redes sociais.
A apresentadora recordou uma fase da vida em que não tinha interesse pelos temas religiosos abordados pela sua mãe e admitiu que a insistência em falar sobre a fé dentro de casa costumava despertar nela impaciência e até certo desconforto. Se a minha mãe já tinha tido essa certeza dentro dela e ela ficava falando, achava uma chata.
Falava: “Ai, balde lá vem”. tinha recebido esse recebido já tinha tido esse essa certeza dentro dela e ela ficava falando, acho-a mais chata. Fala, ai mãe lá vem sa crente chato, que às vezes crente é muito chato, [risos] crente fica a querer converter todo mundo, converter toda a gente, ela acha um saco, ok? [risos] Ai caramba, o meu mãe que pentelha já vem com esse papo de crente para cima de mim.
E aí ela foi que a primeira, ela foi a primeira. E depois ela qu o meu pai achava, não, ele ele no início ele ficou só observando e depois mais tarde teve uma altura em que ele ficou bem assim, bem bem não contra, mas bem assim observando, não tão tão entusiasmado. Mas depois quando conforme ele foi vendo o o nosso amadurecimento, porque há algo que acontece no nosso coração quando a gente tem fé, não é? Quando a gente se relaciona com esse amor, conhece este amor de Deus por nós, que é tão Deus tão grande, tão preocupado com
tanta coisa, como que ele se vai preocupar comigo, não é? Olá. A minha mãe já tinha recebido esse recebido essa não, já tinha tido esse essa certeza dentro dela e ela ia falando, ach ela mais chata. Fala: “Ai, mãe, ela vem sa crente aborrecido, que às vezes crente é muito chato, crente fica a querer converter todo mundo.
Converteu toda a gente, ela acha um saco. Ai, caramba, a minha mãe que pentelha. já vem com esse papo de crente para cima de mim. E aí ela foi que a primeira, ela foi a primeira. E quud que ele fal o meu pai achava, não, ele, ele no início ele ficou só a observar e depois depois ele houve uma altura em que ele ficou bem assim, bem bem não contra, mas bem assim observando, não tão tão entusiasmado.
Mas depois quando conforme ele foi vendo o o nosso amadurecimento, porque há algo que acontece no nosso coração quando a gente tem fé, não é? Quando a gente se relaciona com esse amor, conhece este amor de Deus por nós, que é tão Deus tão grande, tão preocupado com tanta coisa, como que ele se vai preocupar comigo, não é? Oi.
Ela ficava falando, ach chata, diz: “Ai, mãe, ela vem, sai, crente chato, porque às vezes crente é muito chato, [risos] crente fica a querer converter todo mundo, converter toda a gente, ela acha um saco, ok? [risos] Ai, caramba, a minha mãe que pentelha já vem com esse papo de crente para cima de mim”.
E depois? Ela foi que a primeira, ela foi a primeira e depois ela qu o meu pai achava, não. Ele, ele no início ele ficou só a observar e depois mais tarde teve uma altura em que ele ficou bem assim, bem bem não contra, mas bem assim observando, não tão tão entusiasmado. Mas depois quando conforme ele foi vendo, agradecemos a sua visualização.
Obrigado por assistir. Ei, não sai agora. Tem mais vídeos para você assistir. [música]